6 de março de 2017

Automação Residencial: Por que não? – Parte I

Porque as pessoas ainda são reticentes em considerar a automação residencial como algo naturalmente necessário em uma nova construção? As respostas mais usuais incluem argumentações como:

  • É caro
  • Não é necessário
  • É complicado…

Obviamente, um dos fatores que desmotivam as pessoas é que, de início, não se enxerga um benefício econômico direto nesta tecnologia. Mas porque não aplicar este mesmo raciocínio a outros aspectos da residência, como um piso de mármore ou um lustre caríssimo no hall de entrada (o qual as pessoas só veem de passagem)? Se fizessem isto, elas deixariam o lustre (que não oferece nenhum benefício) de lado e investiriam em automação. Com certeza!

Iremos desmistificar os certos pré-conceitos de custo, necessidade e complexidade. E demonstraremos que a não adoção da automação residencial, hoje, pode significar perda de investimento!

autmação

A AUTOMAÇÃO REALMENTE É CARA?

Garanto que não! Em geral, a automação bem planejada e instalada nos momentos certos terá praticamente nenhum impacto de infraestrutura. Ou seja: a preparação para a automação não implica em custo adicional.

Em alguns casos, ela chega até a diminuir o custo da infraestrutura. Consideremos como exemplos a iluminação externa, a bomba da piscina, o sistema de irrigação e o vídeo porteiro. Em instalações sem automação, é sempre necessário acrescentar a infraestrutura e a fiação para trazer os comandos destes equipamentos até os locais adequados.

Os comandos da iluminação externa devem ser trazidos até o interior da residência e, visando economia em fiação, são distribuídos sem muita inteligência: o jardim da frente comandado pela sala, o jardim de trás pela cozinha etc. O comando da bomba da piscina, mesmo utilizando um timer, deve ser repetido em algum lugar fora da casa das máquinas. O sistema de irrigação precisa de um comando máster em área abrigada. E o vídeo porteiro exige fiação e equipamentos extras, se você quiser atendê-lo de mais de um ponto. Tudo isso precisa ser detalhado, planejado e instalado e envolve custos de materiais e de mão-de-obra.

Mas, com a automação, estes comandos são trazidos para o interior da residência de forma mais flexível e barata, mesmo usando um sistema de automação cabeado. Você pode comandar tais equipamentos até do seu smartphone, independentemente de onde estiver.

O QUE VOCÊ ESPERA?

E os equipamentos de automação em si? Tudo bem: aqui há algum investimento a ser feito. É necessário contratar um integrador, que fornecerá o sistema totalmente montado e funcional. O valor total do investimento dependerá muito do que se espera que o sistema faça e do quanto da residência estará coberta pela automação.

Se considerarmos que queremos praticamente 100% de cobertura, incluindo controle de iluminação de áreas como lavabos, despensas e quartos de despejo, o sistema poderá custar algo em torno de 4% do investimento total do imóvel. Mas, com um pouco de bom senso aliado à implementação de funcionalidades que realmente tragam benefícios como conforto e economia, este custo cai facilmente para menos de 2% do investimento total.

Em um imóvel de R$ 2 milhões, estamos falando de investimentos inferiores a R$ 40 mil, incluindo controle de iluminação, controle de aparelhos de áudio e vídeo e de ar condicionado e sensores de presença, luminosidade e temperatura. Mas, então, por que as pessoas ainda acham que a tecnologia é cara? Há três explicações para esta falsa impressão.

Fonte: Áudio e Vídeo Design

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